pra que estragar o que ficava enfim bom?
Onde está o suave limite?
Como saber se encontra-se em cima do muro ou na beira do abismo?
Qual é a tênue diferença? ... é tênue?
Porque entre ontem e hoje há um vale...
... ou uma cordilheira.
A vida é um eletrocardiograma.
Precisa de seus altos e baixos pra existir.
Deus escreve reto por linhas tortas... porque deveria eu, logo eu, treinar pra tentar possuir o mais perfeito croqui?
O estado é de repouso. Mas não é o que acusam os batimentos. (ou talvez seja... e esteja tudo reto demais.)
2 comentários:
as linhas retas soam estranhas
"A vida é um eletrocardiograma"
foi quase uma autópsia da própria vida!! bravo!!
me intrometendo em blogs alheios! hahah
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