domingo, 28 de novembro de 2010

tweenty-three i'm so tired of life
such a shame to through it all away
the images grow darker still
could i have been anyone other than me?

i am who i am who i am.
who am i?
requesting some enlightenment
could i have been anyone other than me?
Se eu tivesse coragem
faria um script da novela da mental
onde todos os diálogos que tenho sozinha virariam roteiro
e onde pudessem processar tudo o que penso
que curto
e que odeio que façam comigo

mas ninguém nunca ia poder ler...



falta de consideração de quem vc sempre considera demais é F-O-D-A.

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Ah, se eu tivesse uma câmera em mãos!,
no meu "primeiro" nascer do sol

Não lembraria nem da metade.

Viva a memória que embeleza, e a falta da câmera, que me deixou ver.

domingo, 7 de novembro de 2010

Oh my...

Needing treatment.

Certeza q sou louca. Fato. Absoluto e soberano.
Do tipo extremos de humor e afins. Alguem me receita um remedinho aih.


Affe. Eh cada coisa nessa vida.
Meu banho de hj foi ainda mais longo q o de anteontem. Pobre humanidade futura, tosca mariana derramadora de agua.
Bla. Chega de derramar. Vou dormir. Boa noite.

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Enquanto a identificação é a base do sentimento de pertencer, a orientação é a função que o torna capaz de ser aquele homo viator [homem peregrino] que faz parte de sua natureza. Caracteristicamente, o homem moderno, por muito tempo, deu ao peregrino um papel de honra. Ele desejou ser ‘livre’ e conquistar o mundo. Hoje começamos a compreender que a verdadeira liberdade pressupõe um sentimento de pertencer e que ‘habitar’ significa pertencer a um lugar concreto.

[...]

Pertencer a um lugar quer dizer ter uma base de apoio existencial em um sentido cotidiano concreto.



Christian Norberg-Schulz, O fenômeno do lugar.



bsb

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

wishing a totally different life

(in a wonderland where love should reign)
Tudo tem um princípio, um meio...


... e um LOOOOOOOOOOOONGOO fim.
Alguém q tira os elogios do coração
E alguém que dá o valor de um tesouro.

não é você

domingo, 17 de outubro de 2010

Turim sabia mais da minha solidão, Brasília!
Você... você não sabe o que fazer.

(Espera pra ver, então. Mas, Brasília, não sei pra quê! Se você já conhece o que vai acontecer...)

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

TÔ DE FÉRIAAAAAAAAAAAAAAAAAASSSSSSSSSSSSSSS!!!!!!!!!!!!!!!!

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Um universo em mim

Cada coisa é um universo por si só.
(e a mesa, um universo plano)

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Está pra acabar a viagem mais longa da minha vida.
Falta um mês.

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

2 no Brasil
2 na Itáliri!
... e os próximos 2?!

4 dias 12.
Auguri! =)

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

A Lili quer me saber...

As escolhas dessa vida...
Grandes e pequenas...
como as vzs a gnt acha que não é nada e muda tudo. E o que a gnt acha que vai mudar a vida inteira... não muda nada.

Tipo Turim. Que eu achei que fosse ser um parto.
Não que não tenha mudado nada. Não que não tenha me mudado.
Não que tenha sido fácil. Aliás, não foi nada perto de fácil.
Foi bem dolorido. Bem mais do que hoje ainda seja. Muito mais.

Não mudou nada? Claro que mudou.
Mas o que realmente importa continua aí.
Não digo que me esperando, porque o esperar, a esperança, mora mais em mim que em vocês.
E como mora. Amadureci, mas continuo verde. Verde, verde, verde, verde, verde...
Mas o que realmente importa...
São as pessoas. As pessoas importantes. E as minhas relações com elas.
Que serão as mesmas. É, as mesmas. Pra quem é de verdade, pro que é de verdade.
Pra quem sei que é pra sempre. Independentemente de quando, onde ou porquê.
Os que eu sei que me dão, se não o mesmo gigante valor que eu lhes dou, ao menos aquele que me faz feliz.
Os que eu chamo pra rirem comigo, e que vêm sem chamado quando eu preciso. Mesmo de longe.

Eu, pessoa do mundo?
Talvez um pouco menos da asa dos meus pais. Do mundo, ainda não.
E eu gosto. Dos meus cativos, dos verdadeiros.
Gosto de acreditar no futuro, no futuro das e com as pessoas que amo. E que me amam.
Acho que a gente vira cidadão do mundo quando o mundo nos dá motivos.
Senão... a gente quer conhecer o mundo, mas voltar pra casa.
E não é que casa seja uma arquitetura.
Não, dessa vez não estou defendendo nossa profissão.
Casa é um estado de espírito.
Como estava me sentindo em casa há meia hora e agora não estou mais. E nada tem a ver com as paredes verdes desse quarto.

Eu não tenho amores em Turim.
Talvez a proprietária da casa onde morava (e já não moro mais).
Talvez as plantinhas que tentei cultivar e não consegui.
Morreram e renasceram e morreram e nasceram outros amores meus.
Nenhum permamentemente em Turim.
E o que pertence a essa cidade não me pertence.

Claro que vou sentir saudades. Nem um pingo do que eu sinto daí.
Torino é linda, é história. Brasília é juventude, é esperança.
Eu tenho certeza absoluta que dias melhores virão.

...

Hum... as escolhas dessa vida...
Um dia eu resolvi ir ao cinema.
E no cinema eu perdi um amor significativo. E ganhei um que não significava nada.
E achei ter errado mais que tudo na vida. Caguei, caguei tudo.
Aí o que não significava, passou a significar tudo.
E significou mais que qualquer coisa.
E foi meu anjo e meu sustento.
E também causa das minhas maiores e mais insuportáveis dores.
Também culpado, possivelmente, do maior número de meus sorrisos.
E de quando em quando eu me pergunto... o que teria acontecido se tivesse pego uma gripe naquele dia.

...

As escolhas dessa vida...
Uma vez eu entendi errado o que um amor me disse.
E briguei tão feio, como jamais na vida tinha brigado com ele.
E a gente só tinha brigado uma vez na vida.
Mas eu sabia que essa briga não era nada. Que a gente ia ser sempre sempre igual.
Mas ele não sabia. E me disse ter se corroído por dentro de tanta dor, por termos estragado o que éramos.
E eu chorei por dentro e por fora quando ele me disse.
E lhe disse: nunca mais pense isso. Nada nunca vai afetar esse amor.
E eu sei que é verdade, e eu escolhi isso há mais de 15 anos.

...

Outra vez um amor entendeu errado o meu silêncio.
Foi ele que acreditou que ia ser sempre tudo igual.
E me deixou deixar meu amor morrer.

...

Uma vez um meu amor me disse que eu devia ficar longe.
E me doeu tanto, que eu chorei como uma criança sem colo.
E aí ele me disse que ele me queria perto mais que qualquer um.
Que ele achava que o longe era o melhor pra mim.
Mas eu quis o perto.
E tô voltando.

Porque a vida em Turim é linda, interessante, de muito aprendizado.
Mas é meio perdida, sem amor.

Talvez seja só uma fadinha preta (essa fica pra uma próxima explicação)...
Mas em Brasília não tem fada ruim não.

Talvez eu tenha escolhido errado em vir pra Turim.
Talvez agora eu tenha a chance de voltar pra casa como voltando no tempo.
Talvez não.
Todo mundo casou, mudou, formou, bombou, estagiou, namorou, separou.
Eu parei. No tempo.
Buraco negro.
Tic tac, tic tac. Meu relógio só gira no Brasil.
Aqui, a bateria acabou. E aí eu comprei outro, mas ele gira no tempo daqui. tsc tsc... gira errado.

...

Eu admito.
Eu não escolho meus amigos a dedo.
Talvez eles que me escolham, ao conseguir me fazer largar a timidez, e começar a bobeira.
Talvez eles que me ganhem, fazendo sair uma gargalhada ecoante da minha "cara de mau".

"Eu poderia suportar, embora não sem dor, que tivessem morrido todos os meus amores, mas enlouqueceria se morressem todos os meus amigos!"
Errou, poetinha, na denominação.
Quem mais eu poderia chamar de amores, se não meus amigos?

...

Eu admito.
Esse blog existe pra me fazer suportar a dor.
E eu cuspo nele o que eu sinto, de preferência pra ninguém entender.
Cuspo fingindo que está nas entrelinhas.
Cuspo dizendo que qualquer um pode saber, é só prestar atenção.

Talvez os dias dele estejam chegando ao fim.
Talvez eu comece a soprar nos ouvidos alheios o que eu escrevo aqui.
Se eu tiver aprendido algo com a vida.
Senão... posso continuar guardando e sofrendo sozinha. Pq, já me disseram, eu gosto de sofrer.
E deve ser, então, por isso que escolho o que escolho. Até inconscientemente.
Ou então eu só não aprendi a me desvencilhar das escolhas erradas.
Ou só não aprendi que eu não sei ser se for só.

Eu não sei ser se for só.
Quer vir comigo?

(e chega. já cuspi tanto que estou sem saliva.
prontofalei.
beijotátchau!)


Quem brinca com fogo é pq quer se queimar.

Até sonhar já sonhei.
E foi bem real.
E eu estava como provavelmente vou ficar... quando acontecer.

E um dia vai acontecer... não sei porque eu insisto em fingir que não.

Cada dia mais perto. E com mais motivos.

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Começou uma nova e provisória fase.
Ainda bem!!!!!!!! \o/

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

“Poderia me dizer, por favor, que caminho devo tomar para ir embora daqui?”
“Depende bastante de para onde quer ir”, respondeu o gato
“Não me importa muito para onde”, disse Alice
“Então não importa o caminho que tome”, disse o gato
“Contanto que eu chegue a algum lugar”, Alice acrescentou à guisa de explicação
“Oh, isso você certamente vai conseguir”, afirmou o gato, “desde que ande bastante”
Tô cansada de tanta mudança.

Quando é que tudo volta a ser como antes?
Quando é que volto, finalmente, pro lugar de antes?


Alice quer sair do espelho. Cansou de viver a vida ao avesso.

terça-feira, 27 de julho de 2010

não agüento mais.
o não me faz
uma dor aguda

não suporto mais.
esperar assim
me dói sem fim

me traz, me carrega
me leva de volta

por favor, nao me negue
a alegria boba
de ter enfim
todos pra mim

de enforcar a saudade
que me mata, louca.

sábado, 24 de julho de 2010

What will you do when you get lonely
and nobody's waiting by your side? (...)

You (don't) know it's just your foolish pride!

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Tô meio que cavando a cova...
medo.

sábado, 10 de julho de 2010

Pra lembrar só do que vale a pena

E hoje foi tão bom (pasmém!)
porque vi os bons e velhos (...)!

Que s... aliás,

Que amor que me dá!

sábado, 26 de junho de 2010

Tá tudo errado






.

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Na solidão do meu ser me pergunto qual é o grande desgosto que faz, na solidão de outros "outros", maldizerem tanto a minha cidade.

É bela sim. É só muito jovem pra conseguir crescer sozinha, e muito dependente de pais que a maltratam.


Unf.

Que tal propor uma transformação pra sanar o incômodo? Ou é impossível?
A cinquentinha nunca vai ser Paris. Nem acho que pretenda. São a tia clássica e a adolescente roqueira. Ela não quer saber de aprender contrabaixo... mas ela ainda precisa crescer, precisa e outros 50, ou 100, pra aprender a beleza da bossa nova.

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Muita gente some pelo caminho!
Eu sei quem fica. Rá! Só eu!

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Acho que se as mulheres têm que sangrar durante uma semana todo o mês...
... os homens tinham que, no mínimo!!!, parir!

Prontofalay!

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Sonho concreto

Oi.
Me desculpe a demora.
É que desde que vim pras bandas de cá, a coisa ficou mais cinza.
Esse ser de cá é mais... não sei nem se mais bruto ou mais lapidado... se no sentido bom ou no ruim de cada um. Mas é diferente.
E isso, muitas vezes, me dá mais saudade de você. Porque do seu lado eu fui pouco, mas também fui muito. Eu sei que dentro de você, eu ainda SEI ser muito.
Em várias dualidades dessa vida, paradoxos inconsoláveis e besteiras infantis, você estava pensando comigo, questionando comigo... solucionando comigo. Você trouxe muitos e chamou muitos.
Me desculpe a pressa... a pressa por tentar falar com tanta rapidez uma coisa tão complexa... e simples.
É que é aí que chego mais perto de me entender...

Sinto paz.
Sinto alegria. Amor.
Vejo mais vida, mais cores.

(...)

Sinto falta do seu cheiro.
De verde.

(...)

Você faz parte do que tenho, sou, acredito. E é só um bebê.
E quem sabe não seja a minha vez de te ajudar a crescer?

Eu queria escrever bonito, e melhor.
Apesar de tanta gente contra, que vai praí pra falar mal de você... que vai praí pra denegrir sua imagem... você merece. Você é o doce sonho de poucos e a feliz realidade de uns tantos.

Parabéns, cinquentinha.

sexta-feira, 16 de abril de 2010

"Foi essa a vantagem que tirei das minhas constantes viagens. Não há decepções possíveis para um viajante, que apenas vê de passagem o lado belo da natureza humana e não ganha tempo de conhecer-lhe o lado feio."
Machado de Assis
Jazzin' Heart, Rockin' Soul.

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Fallimento

Completo.
:(

quarta-feira, 7 de abril de 2010

"Construímos pelo mesmo motivo que escrevemos: para registrar o que é importante para nós."
Alain de Botton
Vai ser ser sempre assim...
Cada um tem seu ideal de felicidade.
E isso se mostra também na arquitetura que cada um quer.

sábado, 3 de abril de 2010

Pensando muita coisa... muita informação desorganizada na cabeça.
Essa tese vai render...!

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Começaram os estudos para a tese. Tenho uma relatore.
Mas, oficialmente, será depois das provas.
Ó-key. Vamos nessa!

domingo, 28 de março de 2010

Eu choraria por Brasília.
Arquiteto é um bicho estranho mesmo...

Olhei uma cidade no google maps durante 30 segundos e pensei
"Que cidade mais gracinha!!"!!

Ô.õ

sexta-feira, 26 de março de 2010

Provas, de novo.
Meda. hehehe

domingo, 21 de março de 2010

Ah, claro...

... Feliz PRIMAVERA!!!!!


Que venha!!!!!!!!!!!!!!!!!
Perdendo a juventude cedo demais.
Geração-fico-velho-antes-da-hora.

terça-feira, 16 de março de 2010

Eles olhavam pela janela.
Ele olhava e enxergava um universo maravilhoso a ser descoberto e aproveitado, tudo aquilo detrás do vidro, lindo e sempre chamando por ele.
Ela olhava e enxergava dentro dela, da janela(,) de si.

domingo, 14 de março de 2010

E quando dá um nervoso
como se fosse
tudo novo de novo?

E quando você não sabe
se quer demais
ou de jeito algum?

(half mad, but mads are actually the best ones)

quinta-feira, 4 de março de 2010

Porque ela merece.

Chega. – crônica de Paulo José Cunha

quarta-feira, 3 de março de 2010
Por Leo
Paulo José Cunha
Chega.
Assim, sem exclamação, sem exageros, sem gritos histéricos. Apenas, chega. Ponto. Pois já se exauriu o tempo das explicações inúteis para o que foi visto e repetido nas telas das tevês, que nos causou repulsa, engulho, nojo, revolta, vergonha e lágrimas. A exibição das imagens sórdidas de bolsas e meias entupidas de dinheiro sujo causou uma dor fina, dor doída e persistente, que não vai parar tão cedo de doer em todos os que amamos esta cidade. Brasília anda triste, de olhos baixos. Com a tristeza dos traídos.
Sim, porque abriu-se uma ferida funda, bem ali no meio da Esplanada; lá onde mora o coração da cidade, entre as pessoas que tomam ônibus na Rodoviária; ao lado da Praça do Relógio em Taguatinga; entre os violeiros da Casa do Cantador da Ceilândia; no meio da pista que vai pra Sobradinho; no centro da Feira do Guará. Uma ferida fétida, aberta para onde se olha. Uma ferida dói por toda parte. Aberta, exposta, dolorida e que permanecerá aberta, exposta e dolorida até que alguém entenda o sentido de uma palavra seca e única: chega.
Sem alarde, sem discurso pomposo, dizemos apenas e tão simplesmente que chega. Nossos meninos, bravos meninos (os novos caras-pintadas, aos quais se uniram agora os igualmente bravos coroas-pintados) continuam enfrentando as patas dos cavalos da polícia de S. Excia. Mas S. Excia. e seus acólitos ainda não entenderam que chega. A guerra acabou, o senhor perdeu, o povo ganhou. Chega.
Alcançamos, aos 50 anos, a idade da razão, com um passado que nos orgulha. Passado todo feito de coragem. Coragem de momentos como aquele, quando a brava gente brasiliense foi às ruas despedir-se de seu criador e carregou em lágrimas ao cemitério o corpo de JK nas próprias mãos, desafiando as ordens da ditadura (“como poderei viver sem a tua companhia?”); coragem dos meninos da UnB que enfrentaram os tanques e os fuzis da intolerância e escreveram com sua dor uma das mais belas páginas da rebeldia sincera de nossa juventude; coragem dos que não pararam de buzinar, em desobediência às ordens tresloucadas de um general grotesco, antiquixote patético, a cavalo, aos berros, chicoteando carros na tentativa inútil de conter o turbilhão da liberdade; coragem dos jovens bonitos que um dia se vestiram de preto e, pintados para a guerra, mudaram o curso da história.
História. Uma palavra cara a todos nós, brasilienses, pois nos últimos 50 anos ela tem passado obrigatoriamente por aqui, e boa parte dela tem sido escrita por nós, e um pouco com o nosso sangue. Nós, agora feridos em nosso orgulho mais puro.
Por isso, chega. Como diz o libertário e rebelde poeta Torquato Neto, “a guerra acabou, quem perdeu agradeça a quem ganhou”. Chega. Se não entenderam ainda, nós, os que amamos esta cidade que nos acolheu e onde nossos filhos crescem e se tornam cidadãos de bem, repetimos e repetiremos enquanto houver ar nos pulmões: chega.
Brasília está vocacionada para o futuro, é a cidade da coragem. Coragem de um louco que a sonhou para concretizar a interiorização do desenvolvimento, disse que ia erguer a capital do futuro e a fez brotar da terra vermelha, feito flor do cerrado. É a cidade da coragem da arquitetura revolucionária de Lúcio e Oscar, que ainda hoje assombra o mundo. Brasília é a cidade da coragem de quem remove os entulhos do passado, muda o rumo dos ventos e inaugura o futuro. Coragem, quase um sobrenome nosso. Brasília, capital da coragem. Coragem que nunca nos abandonou.
Por tudo isso, game over, meus compadres: as fichas acabaram e vocês não entenderam. Não adianta quebrar a máquina de videogame. The end. Fim.C’est fint. O jogo acabou. Nossa coragem, não. Está maior do que nunca.
Por tudo isso, chega. Agora, por gentileza, saiam daí, que o futuro quer passar.
Paulo José Cunha é jornalista, professor e escritor.

terça-feira, 2 de março de 2010

Who would ever like to join
little broken hearted club?

(is it?)

domingo, 28 de fevereiro de 2010

Só, somente

Como é ruim ver alguém numa situação pela qual você sabe que já passou, e não conseguir aconselhar, ajudar.
Ainda mais quando você também não sabe se já chegou no final, se fez a escolha certa ou se ainda vai ter que escolher.
Tomara que tenha ajudado, mesmo sem certezas de como.


Sobre o post anterior, tirei 27/30! Viva os professores bonzinhos! Viva Tulliani!

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Cabeça enfiada em materiais (mais uma vez!).

Questa volta in italiano...

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Minha cabeça é já do mundo
Mas meu coração piange Brasil