sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Imbecil

pra que estragar o que ficava enfim bom?


Onde está o suave limite?
Como saber se encontra-se em cima do muro ou na beira do abismo?
Qual é a tênue diferença? ... é tênue?
Porque entre ontem e hoje há um vale...
... ou uma cordilheira.

A vida é um eletrocardiograma.
Precisa de seus altos e baixos pra existir.
Deus escreve reto por linhas tortas... porque deveria eu, logo eu, treinar pra tentar possuir o mais perfeito croqui?

O estado é de repouso. Mas não é o que acusam os batimentos. (ou talvez seja... e esteja tudo reto demais.)

2 comentários:

Lili disse...

as linhas retas soam estranhas

J disse...

"A vida é um eletrocardiograma"

foi quase uma autópsia da própria vida!! bravo!!

me intrometendo em blogs alheios! hahah