sábado, 29 de agosto de 2009

O que?!

Acabei um livro
E não sei se acrescentou algo em mim
Era demais como já sou
Era a mais do que eu sou... mas um a mais que não me cai bem
(nem a ninguém)

Não digeri
E ainda estou esperando o final que já li
E que não revirou meu estômago...
E que não remoeu meus instintos, e nem minhas razões

Disse que o "certo" de viver era não entender
... vai ver vivo o livro, então.
Exatamente como deveria ser.
Ou não.


(nota avulsa:
Já é hora de me recriar.
Mas pra isso preciso da força que nunca tive.)

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

O sol se escondeu
O vento cessou
A lua nasceu
O amor despencou

(ou outra rima mais simples e menos enganosa)

Creio que a minha insistência é vã.
Minha existência é vã.

sábado, 15 de agosto de 2009

Quem me roubou a poesia,
quem foi?
Quem me roubou essa alegria?

De chorar e reeguer
Renascer sem covardia
Quem foi, quem foi
que fez o que não devia?

Quem foi que ousou
me roubar minha harmonia?
Eu que canção
transformei em sinfonia
Hoje estou vão
sem a minha alegria

Quem foi, quem foi
que roubou a poesia?

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Pouco me importuna

é ambíguo....

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Estou fora do espelho

e não estou do avesso.
=)

Passa rápido

que a gente nem vê.
E quando presta atenção, já são 3.

Parabéns!

domingo, 9 de agosto de 2009

Me pego repetindo palavras, gestos e pensamentos.
Será o que sou ou o que me vicia?

A gente custa a entender o que realmente tem valor nessa vida.
E do que precisa...
Eu ainda não sei.
Sigo na eterna (in)cansável busca.

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Nos vai-e-vens e voltas dessa vida
acabamos perdendo
um não-sei-o-quê.

Perdi momentos, histórias
Afetos perdi.
Perdi sorrisos, e choros
E danças perdi.
Perdendo perdida
em penoso perder.
Perdi.(-me)
E perdi você.

Super-desconhecido.

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Sentindo falta dum quê de não-sei-o-.