sábado, 12 de dezembro de 2009

Certos momentos da vida são engraçados
Tipo exteriorizar pensamentos pra mentes alheias.

Não tem sentido...
e aí que tá a graça. hahahaahah


um viva à loucura que nos mantêm sãos.

domingo, 6 de dezembro de 2009

Fine settimana bipolar!
Hahahahahahahahahaha...


Ieri piangevo, oggi rido.

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Tem dias que a gente se sente
Como quem partiu ou morreu...
É que na verdade
não é o que vocês acham ser
É o que ele quer

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Ah, se eu soubesse um pouco mais
do que posso saber
Ah que bom, que folia
poderia fazer

Se eu soubesse um pouco mais
do que teimo esquecer
Ah! Que dor, que horror
não poderia ser...

Se eu quisesse um pouco mais
do que mereço querer
Que ardor, que rancor
poderia trazer

Mas se soubesse que quero esquecer
Se quisesse esquecer o saber
Se esquecesse o que sei querer...

Ah, se pudesse.

sábado, 28 de novembro de 2009

WTF??????

"Se tudo que escrevo te toca e enternece é
porque é por você que escrevo
sobre a forma de poema ou não
Se nada perdes do que eu digo, é
porque, sem que saibas, já és parte
de mim e é por você que
escrevo nesse momento"

Estupidez.

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Clarice Lispector



"Saudade é um pouco como fome. Só passa quando se come a presença. Mas às vezes a saudade é tão profunda que a presença é pouco: quer-se absorver a outra pessoa toda. Essa vontade de um ser o outro para uma unificação inteira é um dos sentimentos mais urgentes que se tem na vida."

Eu diria mais urgentes, mais arredios e... imensuravelmente incompreendidos.


quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Música e arquitetura (?)

É engraçado como a gente se submete a certas coisas... Discutir do menor pro maior problema pode ser até o modo certo em certas situações... de pouquinho em pouquinho se resolve o todo. Mas não é sempre.
É como pensar o urbanismo partindo do brise.
É como reclamar de uma nota no meio de toda a música. Tudo bem, a nota certa transforma a música, e ela tem que ser feita a partir da certa seqüência, ausência, variações e ajustadas sucessões de notas. Mas se a música toda tá uma merda, por que é que as pessoas insistem em uma nota só?
A solução mais lógica é mudar de música, e não insistir naquela mesma... é partir de outro ponto de largada.
Mas o ser humano insiste em ser um desastrado cabeça-dura. Tudo tem que ter uma solução em si, e não fora. E de dentro, ele não enxerga a própria enrascada. Enxerga a do amigo, pura e simplesmente na mesma harmonia musical. Até aconselha a nota certa... pra si mesmo, e que não consegue tocar.
Que tal mudar de lote? As vezes o problema é que você quer sempre aplainar tudo, modernista, apaziguar os desníveis. Pois você pode acabar criando seus próprios problemas, como Le Corbusier com sua laje plana da Villa Savoye que fez o garoto-Savoye pegar pneumonia de tanta goteira que tinha em seu quarto. Inovador... mas você quer fazer um marco da arquitetura, um museu para todos visitarem, ou uma casa para aquela família morar? Você consegue juntar tudo e fazer funcionar?
É difícil conseguir cuidar de todas as variantes, alcançar todos os tons. Todos têm seus limites. Os meus limites musicais eu não sei, os arquitetônicos não sei, os humanos... será que sei?
Eu gosto dos limites, não me convém extrapolá-los. Minha pré-adolescência já passou. E sempre me encontro a criticar a ilimitabilidade dos sem-fronteiras. Pode ser inveja, ciúme, uma simples visão diferente do mundo? Cada um é um, e cada um responde de uma maneira diferente a essa (e outras) perguntas, dependendo do que viveu, do que conhece.
No entanto, não ousarei aceitar que amanhã de manhã projetemos brises. Convenhamos, botar todos os prédios virados pra sul porque você quer que o seu super-ultra-brise-inovador seja a linha-guia? (e o pior é que eu acho que muitos vanguardistas podem ter partido de idéias chulas... porém, sinto muito, não vem ao caso.) Não. Não vou fazer blocões de tijolinhos.
Se eu aprendo com vocês, aprendam comigo. Chega dessa lenga-lenga de não lutar pelo próprio modo de pensar, de agir, de fazer, de ser.
Pelo menos nesse aspecto da vida, já que tanto me apego a dós e s(e/i)s em outros..

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Colônia-metrópole

Complexo de colonizado do Palazzo... valha-me Deus!

http://concursosdeprojeto.org/2009/08/02/companhia-de-danca-sao-petersburgo/

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Frente fria vindo da Rússia
... e no início de outubro ainda!!!

Fu-deu!!!!!!

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Tudo bem... ;)

Até agora, tudo bem! =)
Comemorações de aniversário ahazzaram.

E o frio nem chegou ainda... viva!! hehehehe \o/

sábado, 12 de setembro de 2009

Auto-cnhecimento.
Doação.

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Amigos são mais que água pra uma existência completa.
Obrigada. =)

Vocês vão fazer muita, muita falta!

sábado, 29 de agosto de 2009

O que?!

Acabei um livro
E não sei se acrescentou algo em mim
Era demais como já sou
Era a mais do que eu sou... mas um a mais que não me cai bem
(nem a ninguém)

Não digeri
E ainda estou esperando o final que já li
E que não revirou meu estômago...
E que não remoeu meus instintos, e nem minhas razões

Disse que o "certo" de viver era não entender
... vai ver vivo o livro, então.
Exatamente como deveria ser.
Ou não.


(nota avulsa:
Já é hora de me recriar.
Mas pra isso preciso da força que nunca tive.)

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

O sol se escondeu
O vento cessou
A lua nasceu
O amor despencou

(ou outra rima mais simples e menos enganosa)

Creio que a minha insistência é vã.
Minha existência é vã.

sábado, 15 de agosto de 2009

Quem me roubou a poesia,
quem foi?
Quem me roubou essa alegria?

De chorar e reeguer
Renascer sem covardia
Quem foi, quem foi
que fez o que não devia?

Quem foi que ousou
me roubar minha harmonia?
Eu que canção
transformei em sinfonia
Hoje estou vão
sem a minha alegria

Quem foi, quem foi
que roubou a poesia?

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Pouco me importuna

é ambíguo....

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Estou fora do espelho

e não estou do avesso.
=)

Passa rápido

que a gente nem vê.
E quando presta atenção, já são 3.

Parabéns!

domingo, 9 de agosto de 2009

Me pego repetindo palavras, gestos e pensamentos.
Será o que sou ou o que me vicia?

A gente custa a entender o que realmente tem valor nessa vida.
E do que precisa...
Eu ainda não sei.
Sigo na eterna (in)cansável busca.

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Nos vai-e-vens e voltas dessa vida
acabamos perdendo
um não-sei-o-quê.

Perdi momentos, histórias
Afetos perdi.
Perdi sorrisos, e choros
E danças perdi.
Perdendo perdida
em penoso perder.
Perdi.(-me)
E perdi você.

Super-desconhecido.

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Sentindo falta dum quê de não-sei-o-.

terça-feira, 28 de julho de 2009

Em casa.

(!)

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Refletindo...

Ela queria ver o mundo numa bola de gude.
Pensava que assim entenderia os continentes, os oceanos e até o sol e a lua.
Mas a bolinha escura, a menos transparente de todas que ela tinha em mãos, não a deixava ver o que continha.
Na sua translucidez, enganava a menininha, que não entendia porque seu mundo não podia ser transparente.
Acendeu a luz, querendo por tudo acreditar que isso ajudaria sua descoberta sobre água, terra, fogo, ar e outros 6 bilhões.
Chegou perto, quis ver direito.

Na bolinha escura ela se viu.

(descobriu pequena o que muita gente leva tanto tempo pra entender...)

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Cabeça vazia é oficina do diabo.

Ler.
Férias.

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Receita para a paz

Atenção.
A humanidade repete seus "problemas" em cada indivíduo.
Seja ridiculamente mais humano. Tome consciência e faça algo a respeito.

Sábios .pps's: a mudança começa em cada único indivíduo.

... agora viria o monólogo. Mas nem no blog eu tenho essa habilidade.
Preciso dos que completam e contradizem os pensamentos... os outros 6 bilhões.

Entender os outros é chave pra se entender. Sofrer é chave pra se entender.
Pensar, sem medo - inclusive da auto-crítica-, é chave pra se entender.

Diálogo.
Amor (o tão batido).
E esperança.

oirbiliuqesed on oirbiliuqe
Cada um de nós tem sua grandíssima grandeza.

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Fênix

Chove como se o mundo precisasse da água dos meus olhos para enxer os oceanos...

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Eita cara dolorido!

Ouvindo... Meu Sofrimento / Tudo mudou de repente

Não sei porque
tudo de mal acontece comigo
Tentei mudar
em vão, mas não consigo
Ninguém pode fugir do seu destino
Esse meu sofrimento 
é desde os tempo de menino

Tudo mudou
tão de repente
Sozinho estou
novamente
Há muito tempo que procuro e não consigo encontrar
Alguém que me faça feliz e me saiba amar

Eu não sei se é meu destino
desde os tempos de menino
vivo sofrendo assim
Eu num fui feliz com meu primeiro amor
Trago no peito essa grande dor
Por que sofro tanto assim?
Minha cruz é tão pesada
Ó Deus tenha pena de mim.
Tudo mudou!

Tudo mudou
tão de repente
Sozinho estou
novamente
Há muito tempo que procuro e não consigo encontrar
Alguém que me faça feliz e me saiba amar

que dor, não?

Restaurando...

... pensamentos, escolhas e quartéis.
Em breve, a restauração preferida virá.


A dos ânimos.


tornemo-nos zumbis.
só com bons giros, gritos e moonwalk pra sobreviver aos próximos dias de thriller.

domingo, 7 de junho de 2009

Chega pra cá

Mas chega logo
Vem com ternura
E preenche meus dias
Arquitetura


(período de provas. começou.)

sexta-feira, 29 de maio de 2009

Balançando de improviso

Sempre que o errado me cansa e me mata por dentro
E eu me rendo, e desisto, e quase já toquei pra frente
Me vem o certo querer desmentir

Quer dizer que tudo pode ser como eu já quis uma vez
E eu me deixo levar
Mas eu sempre continuo sabendo no fundo que não pode

Tá certo isso?
Acredito que não.

Sei que não sou juiz do mundo
Mas no tribunal da minha vida
Espero que quem bata o martelo seja eu

(e que não demore, então, para eu me [in]formar)

sábado, 23 de maio de 2009

É mesmo uma pena...

Ficou difícil
Tudo aquilo, nada disso
Sobrou meu velho vício de sonhar
Pular de precipício em precipício
Ossos do ofício
Pagar pra ver o invisível
E depois enxergar

Que é uma pena
Mas você não vale a pena
Não vale uma fisgada dessa dor
Não cabe como rima de um poema
De tão pequeno
Mas vai e vem e envenena
E me condena ao rancor
De repente, cai o nível
E eu me sinto uma imbecil
Repetindo, repetindo, repetindo
Como num disco riscado
O velho texto batido
Dos amantes mal-amados
Dos amores mal-vividos
E o terror de ser deixada
Cutucando, relembrando, reabrindo
A mesma velha ferida
E é pra não ter recaída
Que não me deixo esquecer

Que é uma pena
Mas você não vale a pena

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Inconstância

Toda flor que brota um dia perde as pétalas.
Ciclos. Cansam.

Quero achar meu k constante.

segunda-feira, 4 de maio de 2009

As vezes eu queria curar corações

sábado, 2 de maio de 2009

Depois da tempestade

vem a bonança!
E viva o jazz!!!!!!!!!! =)))

(ao som de Herbie Hancock - Drifting)
Blind man, blind man tb eh massa!

Rancor não é comigo!

conta a lenda que isso é coisa do nordeste


KKKKKKKKKKKKKKKKKK!!!!!!!!!!!!
Escreveria lili
nunca falar em voz normal de temas controversos

hum.

quarta-feira, 22 de abril de 2009

sexta-feira, 17 de abril de 2009

O post de ontem foi a antecipação do que sou eu hoje.

Malditas viradas que mexem com os nervos.

Hum...

.

quarta-feira, 15 de abril de 2009

Veja bem, meu bem Sinto te informar que arranjei alguém pra me confortar. (...) Tive que arranjar alguém pra passar os dias ruins.   Amor, veja bem, arranjei alguém chamado saudade.

sexta-feira, 3 de abril de 2009

Sobre o inverno

É incrível como as pessoas seguem a lógica das plantas
Não sei sinceramente (e muito me indigna ao viver essa vida) o que fazem insistindo em morar em um lugar frio assim
É uma questão quase (quase?) evolutiva se mudar!

(ao menos chegou a primavera
as pessoas começam a reflorescer.)

Pensamento de banheira 2 (de ontem)

A fragilidade das pessoas é uma coisa bela de se ver e se fazer compreender
Mas às vezes que(rem)o(s) só a história irreal, o meu conto de fadas.


(Quanto ao 1, ainda não reencontrei as catenárias do banheiro. Reencontrei as de Gaudí.)

Sob outra perspectiva

Soltanto se usciamo casa, un po ci rendiamo conto da quello che ci (?) succedeva intorno.

(ver de fora é outra coisa.)
(culpa da arquitetura)
(pa2; palladio modernista)
(Boh.)

quinta-feira, 26 de março de 2009

Eu perdi

Eu perdi
Perdi o que jamais escrevi
Talvez ainda esteja guardado
Não numa gaveta empoeirada, porque é novo demais
Talvez no mundo cibernético do meu cérebro

Mas às vezes só desceu pelo ralo.


Resta a certeza de que era bom.
E que tinha algo a ver com as catenárias...

quarta-feira, 25 de março de 2009

É primavera.
Ainda não dá pra usar saia.
(o frio tá até voltando um pouquinho,... mas não tanto)
Mas dá pra tirar uns casacos de vez em quando.

Acho que os italianos esquecem.
E ficam com cheiro de A-ZE-DO.
Até as putas na Itália trabalham em horário comercial
Também, não é que os clientes delas possam dizer
"Sabe o que é? Fiquei trabalhando até tarde..."


ê paisinho estranho!

domingo, 22 de março de 2009

Primavera!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Ai, o sol, o calor...

sábado, 28 de fevereiro de 2009

Às vezes quando você ganha, você perde.
E a recíproca é verdadeira.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Tranqüilidade

Porque eu sempre escrevo nas tormentas... e nas calmarias não.
Resolvi fazer diferente.
Tô bem, há paz.


E tenho boca.
Pois então... Roma, aí vou eu!

domingo, 18 de janeiro de 2009

Faca de dois gumes (na falta de outro titulo...)


Escrevo pra você nessas palavras vãs
O que meu coração hoje vem e me implora
Não quero mais sentir nessas manhãs
Ferida de amor que não vai embora

Num fútil desespero de pôr em palavras
Aquilo que carrego no peito, ouso dizer
Que nenhum amor é conto de fadas
de se saber sorrir e se saber sofrer

Quem sabe, enfim, se chegue a conclusão
Que não razão nem emoção
Que o sacrifício sempre vai valer

Que onde amor, o perdão
Que se prefira sempre à solidão
O amor que unido só nos faz crescer


(E assim se diz aprender-se a viver
O obstáculo que faz crescer
Os degraus que hei de superar

Uma relação também é sacrifício
Paixão, loucura, beijo, suor e vicio
Para aguentar existir no além-mar)

Palavras vas (num teclado sem til, acentos e cedilha)

Cabe sempre salientar
O que se sente no peito eh dificil de explicar
Me entretenho com palavras alheias
Dizem o que sinto, o que penso, o que digo
Nao que seja sua intencao, mas visto a carapuca...

Quem diz que o amor eh feito de alegria e so
Vive a ilusao de um amor eterno de verao
Quem diz que eh repleto de gratidao
Nunca ouviu o que doi, nunca disse o que nao devia
Nunca fez o que nao devia
Nunca deixou de fazer o que devia

Mas quem diz que o certo eh o conto de fadas
Vai viver a procura do seu sem cessar
E sinto desiludir, mas nao vai encontrar
Porque longe do sangue azul, somos humanos
Principes e princesas que sofrem e choram
Que mandam e desmandam, que erram
E que nao sabem perdoar e pedir perdao

E se a vida vai assim em vao
" Alegria espontanea de sambar por uma noite"
Ela vai superficial... e na superficie fica

Me parece que amor nao eh amor se nao tem "um molejo de amor machucado" - ja diria o poetinha e venho concordar.



Samba de uma noite eh vazio
Mas eh duro viver um samba. e ainda sem metrica, sem rima e sem coerencia...

"Mas pra fazer um samba com beleza
É preciso um bocado de tristeza
É preciso um bocado de tristeza
Senão, não se faz um samba não" ...

nunca pensei que fosse concordar tanto com Vinicius

quinta-feira, 1 de janeiro de 2009

Daqui

Daqui
Cada dia eu amo mais o

Como é burro o ser humano
Se apaixona pelo que deixa
E não pelo que vive

Que dor me dá
Saudade
...